Mário Redondo

Mário Redondo
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Mário Redondo é actor, cantor e encenador.

Estudou teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema, e canto na Escola de Música do Conservatório Nacional. Trabalha desde 1992 em praticamente todas as áreas de actividade de um actor-cantor: teatro, cinema, televisão, dobragem, locução, concerto, ópera e musical.

Na área do teatro, destacam-se os espectáculos “Kvetch”, de Steven Berkoff (Ninho de Víboras – T.Trindade, 2004); “O Misantropo”, de Moliére (Palácio Marquês de Tancos, 2009); “Ópera de Três Vinténs”, de Brecht/Weill (T.Aberto, 2005); “Os Sonhos de Einstein” (T.Trindade, 2005/2006); “Sweeney Todd”, de S.Sondheim (T.Aberto, 2007); “Evil Machines”, de Terry Jones (T.S.Luiz, 2008); “O Príncipe de Homburgo”, de Kleist (Ar de Filmes - CCB, Fev. 2010); “O Fim Do Teatro” (Espaço Escola de Mulheres,  2020); e “A Morte de Abel Veríssimo” (Espaço Escola de Mulheres, 2021).

Em 2008 foi nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Actor de Teatro pelo seu trabalho em “Sweeney Todd”. Além de representar e cantar, já encena teatro e ópera desde 1987. Encenou Fernando Pessoa, Woody Allen, Sttau Monteiro, Graham Greene, Arrabal, Samuel Beckett, Padre António Vieira, Pirandello, Mozart, Ravel, Tchaikovski, Keill, Janacek, Donizetti, Lopes-Graça, Pauline Viardot, entre outros, colaborando com instituições como o Teatro Nacional de São Carlos, o Chapitô, o festival Zêzere Arts, a EMCN, e o GERADOR.

Artista